Quando nos deparamos com uma notícia de greve ou de greve eminente dentro de uma empresa, há uma percepção de avaliar-se os pontos que causaram os conflitos, sem antes fazermos as perguntas sobre quais foram os pontos motivadores dos conflitos.
Imaginar que os pontos motivadores surgiram do dia para noite e as reivindicações saíram da cabeça de alguma pessoa ou de algum Sindicato, não é exatamente assim que estes pontos gerados nos conflitos apareceram.
O importante é fazer uma reflexão do porque que a situação chegou ao ponto conflitante, e desta forma poderemos verificar que máquinas não geram conflitos, pois se uma máquina está com problema e não funciona, pode-se trocá-la por outra, mas as pessoas são totalmente diferentes de máquinas, porque elas tem inteligência, percepções, desejos, anseios, e necessidade de serem reconhecidas.
Logo, se os pequenos problemas de conflitos entre Líderes e Liderados, empregados e empregados, não forem tratados enquanto são pequenos, com certeza eles se tornarão grandes problemas, o que gerará os grandes conflitos, que para serem resolvidos demandará muito esforço, desgastes de energia, aumentos de custos, perda de produtividade e grandes aumentos de custos para as organização.
Não devemos consertar o telhado de uma casa no momento da chuva, devemos consertar em tempos secos para prevenir e evitar que chova dentro da casa no momento que a chuva está caindo.
Isto descreve muito bem as Relações do Trabalho, pois as boas relações são feitas no dia a dia e não no momento que o conflito está instalado.